terça-feira, 30 de novembro de 2010

Imagem do dia do UOL

Veja, é de encher os olhos!!!

http://noticias.uol.com.br/album/101130_album.jhtm?abrefoto=41

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

A escolha da vida

Em cartaz há um ano e meio, "As pontes de Madison" encerra a turnê em Fortaleza neste fim de semana, no Celina Queiroz. No elenco, Marcos Caruso e Denise Del Vecchio prometem arrancar suspiros, lágrimas e até gargalhadas

Bom humor e um toque de latinidade fazem da adaptação para os palcos de "As pontes de Madison" um programa imperdível. De hoje a domingo, o projeto Teatro Celina Queiroz Grandes Espetáculos traz a história de amor "As pontes de Madison", eternizada no cinema por Clint Eastwood e Meryl Streep. Com roteiro de Alexandre Tenório e direção de Regina Galdino, os atores Denise Del Vecchio e Marcos Caruso se despedem da montagem. "Serão nossas últimas apresentações e contarão com um sentimento de despedida. É uma peça muito rica e intensa", comenta Denise, que é de origem italiana, assim como a sua personagem.

Essa raiz inspirou a atriz na composição do papel. "A Francesca é de Napoli, onde precisava seguir uma moral muito rígida. Então, comecei lembrando do comportamento das minhas avós, tias", conta Denise, destacando que Francesca não perde a essência de forasteira por mais que more há muito tempo nos Estados Unidos. "Ela sempre vai ser uma estrangeira naquele lugar com o qual ela tanto sonhava e acabou se frustrando. Francesca esperava viver na América glamourosa e foi morar numa fazenda em Madison", diz a atriz, que mostra química em cena com Caruso.

Tanto que o ator comentou que este período em cartaz trouxe mais sintonia a cada apresentação. "Este é o maior barato do teatro. Podemos aprender ou fazer algo novo a cada vez que subimos ao palco", diz Caruso, que realizou um trabalho complexo de preparação para interpretar o fotógrafo Robert.

"Eu fiz um trabalho interior, pesquisando sobre fotógrafos de paisagens, a vida deles; e exterior, observando e assumindo a postura, o olhar atento porque o fotógrafo está sempre ligado para não perder nenhum momento que posso render uma boa foto", afirma Caruso, que foi além do personagem interpretado por Eastwood no cinema.

"Cada vez que eu via o filme, mais distanciava minha interpretação dele. Não tenho essa pegada rural de homem duro e com feições mais másculas. Minha forma de seduzir é marcada pelo bom humor, sorriso aberto e carinho em cada gesto, sendo assim menos frio e menos racional", ressalta o ator, destacando que a peça é uma adaptação para o público brasileiro. "Não podia faltar esse toque latino", completa.

Caruso observa ainda que, apesar da adaptação, a trama continua com sua consistência e intensidade. "É o encontro do verdadeiro amor e a escolha e vivê-lo ou não. É uma história universal", afirma Caruso, citando uma frase que considera marcante: "Esse tipo de sentimento só se encontra uma vez na vida. Não importa quantas vidas você viva".

O reconhecimento desse trabalho será traduzido na forma de prêmio. Caruso receberá, dia 30, a estatueta de Melhor Ator de Teatro na categoria Drama. "Sempre peço que o prêmio estimule menos minha vaidade e mais a minha responsabilidade. Quanto mais prêmios, mais aplausos; mais responsável eu tenho que ser para não decepcionar o público", conta o ator, que está no elenco da microssérie "O relógio da aventura" a partir de 12 de dezembro, na Rede Globo. Além disso, o veterano deve voltar às novelas próximo ano.

Sinopse

Contada em flashbacks, a partir da leitura dos diários de Francesca, a história é contada pelos seus filhos - Caroline e Maylon - que encontram um caderno com o relato dos quatro dias intensos que viveu ao conhecer um fotógrafo da revista National Geographic na pequena cidade de Madison, onde ele esteve para fotografar as pontes cobertas do local.

MAIS INFORMAÇÕES

"As pontes de Madison", hoje e sábado, às 21h. Domingo, às 19h, no Teatro Celina Queiroz (Campus Unifor). Ingressos: R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia). Telefone: (85) 3477.3033.
Fonte: diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=890895

sábado, 20 de novembro de 2010

Elis Regina - Madalena - Montreux - 1979

Adoro!!!

Conselhos de avó

Quando eu for bem velhinha, espero receber a graça de, num dia de domingo, me sentar na poltrona da biblioteca e, bebendo um cálice de Porto, dizer a minha neta:


- Querida, venha cá. Feche a porta com cuidado e sente-se aqui ao meu lado. Tenho umas coisas pra te contar. E assim, dizer apontando o indicador para o alto: - O nome disso não é conselho, isso se chama colaboração!
Eu vivi, ensinei, aprendi, caí, levantei e cheguei a algumas conclusões. E agora, do alto dos meus 82 anos, com os ossos frágeis a pele mole e os cabelos brancos, minha alma é o que me resta saudável e forte.
Por isso, vou colocar mais ou menos assim: É preciso coragem para ser feliz. Seja valente. Siga sempre seu coração. Para onde ele for, seu sangue, suas veias e seus olhos também irão. E satisfaça seus desejos. Esse é seu direito e obrigação. Entenda que o tempo é um paciente professor que irá te fazer crescer, mas a escolha entre ser uma grande menina ou uma menina grande, vai depender só de você. Tenha poucos e bons amigos. Tenha filhos. Tenha um jardim. Aproveite sua casa, mas vá a Fernando de Noronha, a Barcelona e a Austrália. Cuide bem dos seus dentes. Experimente, mude, corte os cabelos. Ame. Ame pra valer, mesmo que ele seja o carteiro. Não corra o risco de envelhecer dizendo "ah, se eu tivesse feito..." Tenha uma vida rica de vida. Vai que o carteiro ganha na loteria - tudo é possível, e o futuro é imprevisível. Viva romances de cinema, contos de fada e casos de novela. Faça sexo, mas não sinta vergonha de preferir fazer amor. E tome conta sempre da sua reputação, ela é um bem inestimável. Porque sim, as pessoas comentam, reparam, e se você der chance elas inventam também detalhes desnecessários. Se for se casar, faça por amor. Não faça por segurança, carinho ou status. A sabedoria convencional recomenda que você se case com alguém parecido com você, mas isso pode ser um saco! Prefira a recomendação da natureza, que com a justificativa de aperfeiçoar os genes na reprodução, sugere que você procure alguém diferente de você. Mas para ter sucesso nessa questão, acredite no olfato e desconfie da visão. É o seu nariz quem diz a verdade quando o assunto é paixão. Faça do fogão, do pente, da caneta, do papel e do armário, seus instrumentos de criação. Leia. Pinte, desenhe, escreva. E por favor, dance, dance, dance até o fim, se não por você, o faça por mim. Compreenda seus pais. Eles te amam para além da sua imaginação, sempre fizeram o melhor que puderam, e sempre farão. Não cultive as mágoas - porque se tem uma coisa que eu aprendi nessa vida é que um único pontinho preto num oceano branco deixa tudo cinza. Era só isso minha querida. Agora é a sua vez. Por favor, encha mais uma vez minha taça e me conte: como vai você?


colaboração: Paulinha Vaz

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Autor lança biografia de Clarice Lispector em Fortaleza

Através de um professor, na faculdade, o norte-americano Benjamin Moser conheceu a literatura de Clarice Lispector. Como acontece com alguns dos leitores da escritora brasileira, Moser apaixonou-se pela prosa da autora. A paixão ganhou declaração de amor recentemente, com a publicação de "Clarice," ("Why this World"/ "Porque este mundo", em inglês).

A biografia, best-seller no Brasil, será lançada amanhã, em Fortaleza. O autor fala sobre a escritora e a biografia que dela escreveu em um bate-papo com os leitores que acontece às 19 horas, na Livraria Cultura.

Colaborador da conceituada publicação The New York Review of Books (um das mais importantes da crítica literária nos EUA), Moser escreveu o livro partindo do desejo de tornar Clarice mais conhecida em seu país. Enquanto a escritora tem um fã clube em constante expansão no Brasil, fora dele ela ainda não alcançou o prestígio de nomes consagrados como Jorge Amado e Machado de Assis. Pesa sobre a divulgação de Clarice no exterior a dificuldade de tradução que sua obra impõe.

Em "Clarice,", destaca-se a prosa consistente e acessível do autor, evitando os barroquismos do texto acadêmico. No livro se encontra ainda um leitura da escrita clariciana que evidencia o elemento judaico presente na produção da autora; e uma polêmica passagem sobre a imigração de seus pais, ucranianos, para o País.


Bem, eu estive presente e para quem ama Clarice foi uma noite memorável!!!
Para a melhor compreensão do evento, coloco a frase que o próprio autor começou dizendo:"Ninguém gosta de Clarice como se gosta de abacaxi, é uma questão não de gostar mas de amar Clarice". Gostaria de ressaltar que, tanto para mim como para outros que são apaixonados por Clarice, é mais do que simplesmente ler Clarice, é sentir Clarice!
: B

*Marcas de Batom no Banheiro**

Numa escola pública estava ocorrendo uma situação inusitada: uma turma de meninas de 12 anos que usavam batom, todos os dias beijavam o espelho para remover o excesso de batom.


O diretor andava bastante aborrecido, porque o zelador tinha um trabalho enorme para limpar o espelho ao final do dia.


Mas, como sempre, na tarde seguinte, lá estavam as mesmas marcas de batom...


Um dia o diretor juntou o bando de meninas no banheiro e explicou pacientemente que era muito complicado limpar o espelho com todas aquelas marcas que elas faziam. Fez uma palestra de uma hora.


No dia seguinte as marcas de batom no banheiro reapareceram...


No outro dia, o diretor juntou o bando de meninas e o zelador no banheiro, e pediu ao zelador para demonstrar a dificuldade do trabalho.


O zelador imediatamente pegou um pano, molhou no vaso sanitário e passou no espelho.


Nunca mais apareceram marcas no espelho!

Moral da história:

Há professores e há educadores.
*Comunicar é sempre um desafio!*
*As vezes precisamos usar métodos diferentes para alcançar certos resultados.*

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Calem a boca, nordestinos

Por José Barbosa Junior



A eleição de Dilma Rousseff trouxe à tona, entre muitas outras coisas, o que há de pior no Brasil em relação aos preconceitos. Sejam eles religiosos, partidários, regionais, foram lançados à luz de maneira violenta, sádica e contraditória.

Já escrevi sobre os preconceitos religiosos em outros textos e a cada dia me envergonho mais do povo que se diz evangélico (do qual faço parte) e dos pilantras profissionais de púlpito, como Silas Malafaia, Renê Terra Nova e outros, que se venderam de forma absurda aos seus candidatos. E que fique bem claro: não os cito por terem apoiado o Serra… outros pastores se venderam vergonhosamente para apoiarem a candidata petista. A luta pelo poder ainda é a maior no meio do baixo-evangelicismo brasileiro.

Mas o que me motivou a escrever este texto foi a celeuma causada na internet, que extrapolou a rede mundial de computadores, pelas declarações da paulista, estudante de Direito, Mayara Petruso, alavancada por uma declaração no twitter: “Nordestino não é gente. Faça um favor a SP, mate um nordestino afogado!”.

Infelizmente, Mayara não foi a única. Vários outros “brasileiros” também passaram a agredir os nordestinos, revoltados com o resultado final das eleições, que elegeu a primeira mulher presidentE ou presidentA (sim, fui corrigido por muitos e convencido pelos “amigos” Houaiss e Aurélio) do nosso país.

E fiquei a pensar nas verdades ditas por estes jovens, tão emocionados em suas declarações contra os nordestinos. Eles têm razão!

Os nordestinos devem ficar quietos! Cale a boca, povo do Nordeste!

Que coisas boas vocês têm pra oferecer ao resto do país?

Ou vocês pensam que são os bons só porque deram à literatura brasileira nomes como o do alagoano Graciliano Ramos, dos paraibanos José Lins do Rego e Ariano Suassuna, dos pernambucanos João Cabral de Melo Neto e Manuel Bandeira, ou então dos cearenses José de Alencar e a maravilhosa Rachel de Queiroz?

Só porque o Maranhão nos deu Gonçalves Dias, Aluisio Azevedo, Arthur Azevedo, Ferreira Gullar, José Louzeiro e Josué Montello, e o Ceará nos presenteou com José de Alencar e Patativa do Assaré e a Bahia em seus encantos nos deu como herança Jorge Amado, vocês pensam que podem tudo?

Isso sem falar no humor brasileiro, de quem sugamos de vocês os talentos do genial Chico Anysio, do eterno trapalhão Renato Aragão, de Tom Cavalcante e até mesmo do palhaço Tiririca, que foi eleito o deputado federal mais votado pelos… pasmem… PAULISTAS!!!

E já que está na moda o cinema brasileiro, ainda poderia falar de atores como os cearenses José Wilker, Luiza Tomé, Milton Moraes e Emiliano Queiróz, o inesquecível Dirceu Borboleta, ou ainda do paraibano José Dumont ou de Marco Nanini, pernambucano.

Ah! E ainda os baianos Lázaro Ramos e Wagner Moura, que será eternizado pelo “carioca” Capitão Nascimento, de Tropa de Elite, 1 e 2.

Música? Não, vocês nordestinos não poderiam ter coisa boa a nos oferecer, povo analfabeto e sem cultura…

Ou pensam que teremos que aceitar vocês por causa da aterradora simplicidade e majestade de Luiz Gonzaga, o rei do baião? Ou das lindas canções de Nando Cordel e dos seus conterrâneos pernambucanos Alceu Valença, Dominguinhos, Geraldo Azevedo e Lenine? Isso sem falar nos paraibanos Zé e Elba Ramalho e do cearense Fagner…

E Não poderia deixar de lembrar também da genial família Caymmi e suas melodias doces e baianas a embalar dias e noites repletas de poesia…

Ah! Nordestinos…

Além de tudo isso, vocês ainda resistiram à escravatura? E foi daí que nasceu o mais famoso quilombo, símbolo da resistência dos negros á força opressora do branco que sabe o que é melhor para o nosso país? Por que vocês foram nos dar Zumbi dos Palmares? Só para marcar mais um ponto na sofrida e linda história do seu povo?

Um conselho, pobres nordestinos. Vocês deveriam aprender conosco, povo civilizado do sul e sudeste do Brasil. Nós, sim, temos coisas boas a lhes ensinar.

Por que não aprendem conosco os batidões do funk carioca? Deveriam aprender e ver as suas meninas dançarem até o chão, sendo carinhosamente chamadas de “cachorras”. Além disso, deveriam aprender também muito da poesia estética e musical de Tati Quebra-Barraco, Latino e Kelly Key. Sim, porque melhor que a asa branca bater asas e voar, é ter festa no apê e rolar bundalelê!

Por que não aprendem do pagode gostoso de Netinho de Paula? E ainda poderiam levar suas meninas para “um dia de princesa” (se não apanharem no caminho)! Ou então o rock melódico e poético de Supla! Vocês adorariam!!!

Mas se não quiserem, podemos pedir ao pessoal aqui do lado, do Mato Grosso do Sul, que lhes exporte o sertanejo universitário… coisa da melhor qualidade!

Ah! E sem falar numa coisa que vocês tem que aprender conosco, povo civilizado, branco e intelectualizado: explorar bem o trabalho infantil! Vocês não sabem, mas na verdade não está em jogo se é ou não trabalho infantil (isso pouco vale pra justiça), o que importa mesmo é o QUANTO esse trabalho infantil vai render. Ou vocês não perceberam ainda que suas crianças não podem trabalhar nas plantações, nas roças, etc. porque isso as afasta da escola e é um trabalho horroroso e sujo, mas na verdade, é porque ganha pouco. Bom mesmo é a menina deixar de estudar pra ser modelo e sustentar os pais, ou ser atriz mirim ou cantora e ter a sua vida totalmente modificada, mesmo que não tenha estrutura psicológica pra isso… mas o que importa mesmo é que vão encher o bolso e nunca precisarão de Bolsa-família, daí, é fácil criticar quem precisa!

Minha mensagem então é essa: – Calem a boca, nordestinos!

Calem a boca, porque vocês não precisam se rebaixar e tentar responder a tantos absurdos de gente que não entende o que é, mesmo sendo abandonado por tantos anos pelo próprio país, vocês tirarem tanta beleza e poesia das mãos calejadas e das peles ressecadas de sol a sol.

Calem a boca, e deixem quem não tem nada pra dizer jogar suas palavras ao vento. Não deixem que isso os tire de sua posição majestosa na construção desse povo maravilhoso, de tantas cores, sotaques, religiões e gentes.

Calem a boca, porque a história desse país responderá por si mesma a importância e a contribuição que vocês nos legaram, seja na literatura, na música, nas artes cênicas ou em quaisquer situações em que a força do seu povo falou mais alto e fez valer a máxima do escritor: “O sertanejo é, antes de tudo, um forte!”

Que o Deus de todos os povos, raças, tribos e nações, os abençoe, queridos irmãos nordestinos!









Nota minha. Podemos concordar ou não com o que está escrito, mas sempre há alguma coisa interessante que podemos filtrar, principalmente o mito de que eleições se definem nos bolsões de pobreza, especialmente no Nordeste. Vejam o link abaixo.



http://noticias.terra.com.br/eleicoes/2010/noticias/0,,OI4767396-EI15315,00-Dilma+se+elegeria+sem+contar+com+Norte+e+Nordeste.html

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Mais uma dele (Poderosíssimo!)

Edição do dia 02/11/2010

02/11/2010 21h40 - Atualizado em 02/11/2010 21h40

Novo escândalo sexual provoca crise no governo Berlusconi
O primeiro-ministro da Itália ligou para a polícia e pediu que liberassem uma garota de programa de 16 anos afirmando que ela era sobrinha do presidente do Egito. Era mentira.
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Na Itália, uma mentira e um comentário infeliz do primeiro-ministro Silvio Berlusconi provocaram mais uma crise política. Quem conta é a correspondente Ilze Scamparini.

Bem ao estilo de Berlusconi, o primeiro-ministro italiano nesta terça comentou: “É melhor olhar as belas meninas do que ser homossexual”.

Ele se referia ao novo escândalo que envolve o seu nome e o de uma menina de programa de 16 anos, presa por ter roubado 3 mil euros de uma casa.

O primeiro-ministro da Itália ligou para a polícia de Milão e pediu que liberassem a marroquina afirmando que ela era sobrinha do presidente do Egito. Era mentira.

Ruby foi solta e está prestando depoimento ao Ministério Público. Contou que nas casas de Berlusconi, o bunga bunga, um ritual erótico copiado de haréns da Líbia, é muito apreciado.

O novo escândalo sexual ameaça derrubar o governo Berlusconi, já tão criticado até pelos aliados de centro-direita.

Segundo os jornais italianos, uma brasileira, Conceição Santos Oliveira, de 32 anos, conhecida como Michele, que teria avisado Berlusconi da prisão da marroquina através do telefone de emergência do primeiro-ministro. Um número que só as maiores autoridades do governo da Itália deveriam conhecer.

A crise levou partidos de oposição e mesmo parte da imprensa italiana a pedir a renúncia de Berlusconi. Mas ele avisou que não pretende deixar o cargo.

Fonte: Jornal Nacional